Dois anos e nove meses depois, o sorriso que era metálico e,
principalmente, torto... mudou completamente!!!!!!!! Olhem só como ele ficou:
sábado, 21 de abril de 2012
Dia histórico: Adeus sorriso metálico!
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Cláudia Dans
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23:59:00
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
São Paulo: Feliz Aniversário!
São 458 anos! E ao invés de fala, resolvi mostrar um dos lugares que mais gosto na cidade. Um dos lugares? Então tem mais, pergunta o caro leitor. Sim, tem mais, pois São Paulo é assim: impossível resumi-la numa única palavra, a não ser contradição.
Fotos da Av. Paulista, tiradas por Cláudia Dans, no dia 14 jan. 2012.
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Cláudia Dans
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22:52:00
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Elis Regina: que saudade!
Hoje, faz 30 anos que Elis Regina se foi, deixando-nos uma imensa saudade. E para diminuir esta saudade, vamos ouvi-la sempre!
Vídeo: "Águas de março", Ensaio - MPB Especial, da TV Cultura.
Fonte: TV Trama - Youtube
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Cláudia Dans
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17:03:00
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Feliz Ano Novo!
No último texto do ano, ao invés de refletir 2011 ou imaginar como será 2012, resolvi inovar. Não vou refletir nada, nem imaginar nada. Vou simplesmente desejar um Ano Novo realmente NOVO.
Um Ano Novo realmente NOVO, com muita saúde, paz, alegrias e, principalmente, Literatura. Porque uma vida sem Literatura é uma vida sem magia, sem amor e romantismo, sem suspense, sem final feliz ou final inesperado, sem vilão e mocinho, sem reflexões filosóficas, deterministas e existencialistas. Enfim, uma vida sem Literatura é uma vida sem nenhum clichê! E uma vida que se preste precisa de utopias, idealizações e muitos clichês!
Sendo assim, Feliz Ano Novo! Feliz 2012!
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Cláudia Dans
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15:16:00
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sábado, 10 de dezembro de 2011
A felicidade é descobri uma nova história a cada leitura!
Hoje, Clarice Lispector faria 91 anos, se estivesse viva. Morta em 9 de dezembro de 1977, Clarice nos deixo vinte e quatro obras, entre romances, contos, crônicas e textos infantis. Além de grande escritora, principalmente contista, ela também foi jornalista e tradutora.
E é pelos contos que inicio a minha homenagem a Clarice Lispector, nascida ucraniana, numa aldeia que nem existe no mapa, mas brasileiríssima na alma.
“A quinta história” não foi o primeiro texto que li. Na verdade, descobri a obra de Clarice por meio do conto “Amor”, comentado por um professor, nos tempos da graduação. Além disso, escolhi aquele e não este, pois “A quinta história” tem muito a ver com uma das minhas paixões: ouvir histórias.
Para quem acompanha o blog, sabe que uma das lembranças mais fortes da minha da infância é a história de Ali Baba e os quarentas ladrões. A força da palavra que não abre apenas cavernas, mas constrói sonhos e Literatura. E tal como Sherazade, a voz de “A quinta história também conta histórias. E começa assim:
Esta história poderia chamar-se “As Estátuas”. Outro nome possível é “O Assassinato”. E também “Como Matar Baratas”. Farei então pelo menos três histórias, verdadeiras porque nenhuma delas mente a outra. Embora uma única, seriam mil e uma, se mil e uma noites me dessem. (p. 162)
Narrado em primeira pessoa, por uma dona de casa, ela se queixa de ter baratas em sua casa. Para solucionar o problema, a narradora relata como resolveu a questão: mistura-se “em partes iguais açúcar, farinha e gesso. A farinha e o açúcar as atrairiam, o gesso esturricaria o de-dentro delas. Assim fiz. Morreram.” (p. 162)
E assim se segue: a cada nova história, uma nova narrativa. Sintético. Sedutor. As baratas não são as únicas a se transformarem em estátuas. Nós, leitores, também nos tornamos estátuas. É impossível resistir à mistura precisa de revelação e de mistério, que cada texto clariciano traz. A cada nova história, descobrimos um novo mundo, feito de magia e palavra.
No conto “A quinta história”, a sedução se realiza por meio de um jogo narrativo: são contadas quatro histórias, uma seguida da outra. Chega-se então a última história. A última? Ou seria a quinta de muitas outras? Não há resposta para isso. A nós, leitores petrificados, a solução é imaginar como será a próxima história. E ela “Começa assim: queixe-me de baratas.” Boa leitura!
Onde ler “A quinta história”
Livros:
A legião estrangeira. 8 ed. São Paulo: Ática, 1989.
Felicidade Clandestina. 7 ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1991.
Site: Quem tem sede, venha
Felicidade Clandestina. 7 ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1991.
Site: Quem tem sede, venha
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Cláudia Dans
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18:14:00
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